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opções: as pequenas decisões do dia a dia

Podemos encaixar no tema do "livre arbítrio", amplamente explorado em tantos ramos da filosofia, da antroposofia, história, sociologia e... da antroposofia*. Acho que este tema vai render tanto ainda que vou criar até um link.... (já criei!)

E neste interim penso nos contatos de todo dia, e nossa postura que aparece como comportamento nas pequenas coisas que nos pedem, nos devolvem e nos informam. A verdade é que o caso que eu estava me baseando pra iniciar este post se evaporou nestas considerações metafísicas na fronteira da filosofia com a antroposofia (existe?), que fui acometido pela urgente necessidade de releitura da Filosofia da Liberdade, pra ver se entendo melhor o que ele diz, e se posteriormente  me lembro com mais clareza etérica e anímica** sobre o assunto, e sobre o que o próprio Steiner reconhece como sua única contribuição verdadeiramente criativa para o mundo (**o que será isso?).

Pronto, por um caminho tortuoso acabei chegando hoje num bom ponto pra seguir: por um lado investigar no livro a existência de clareza etérica e anímica e suas implicações, sob a ótica da obra do Rudolf Steinar, e por outro, abrir uma discussão mais aprofundada sobre o título deste post, com capítulos melhor definidos e estruturados, que fica na proposta abaixo:

O vasto campo e abrangência dos interesses pessoais

As "reservas de mercado" antroposóficas e suas justificativas

O saber genérico, o conhecimento específico e a função social do especialista

O uso que cada um faz do conhecimento

Conhecimento e sabedoria numa perspectiva antroposófica

Círculos de conhecimento e a manutenção de poder

As equipes de gestão do bem comum da antroposofia e seus comportamentos

Representatividade e responsabilidade

Rudolf Steiner e Niesztche: super homem, eu superior e comportamentos de grupos sociais ideológicos

E o caso em si (que retornarei por considerar riquíssimo em cada um dos tópicos acima), se assemelha àquelas perguntas de mães, sobre atitudes relacionadas à educação de seus filhos, e a possibilidade de sua qualificação como boa pedagogia através da pergunta: "esta atitude é waldorf?"

Encerro buscando tua participação, seja contando uma experiência sobre qualquer dos temas ou mesmo indicando qual tópico destes enseja maior aprofundamento no meio antroposófico contemporâneo.

              
* (alias, a partir daqui vai ficando me minúscula, assim como "waldorf", não por falta de respeito ou por ter pensado que assim fica mais adequado, mas por simples preguiça de ficar corrigindo...)

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Eu admiro o José Pacheco. Preciso confessar que não conheço ele direito, apesar de ter estado perto dele umas 3 ou 4 vezes, escutar o que ele fala, concordar e apreciar uma enorme maioria de suas idéias e conquistas. Mas sendo ele o representante da Escola da Ponte (que também só conheço via internet), quando chega quase inevitavelmente às perguntas para ele, aparece alguém que o pergunta sobre as escolas Waldorf e (isso eu já vi mais de uma vez), ele dispara "escolas Waldorf são uma praga" - ipsis litteris e segue com explicações que não consegui reter, tamanha estupefação que esta sentença produz em mim (tanto da primeira, quanto da segunda e da terceira vez....) Como eu sou defensor do contraditório (ao limite de Karl Popper), e como o primeiro destes episódios já vai longe e eu ainda não consegui digerir direito isso, ... .... ... criei este blog! ... Que se ressalte ainda uma vez mais minha admiração ao José Pacheco. E se não fosse pelo muito que ele representa...

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